Cairo Braga, 18. (ou They say it's my birthday.)
30/09/2008 | 14:45[MP3] The Beatles – Birthday
E muitos beijos com “Parabéns!” para os meus companheiros de aniversário: Ingris, Jonas, Thabata e Prof. Alessandro.
[MP3] The Beatles – Birthday
E muitos beijos com “Parabéns!” para os meus companheiros de aniversário: Ingris, Jonas, Thabata e Prof. Alessandro.
“Also Sprach Zarathustra“ é uma composição de Richard Strauss baseada no livro homônimo de Friedrich Nietzsche (que discorre, entre outras coisas, sobre a recorrência eterna). Ela ficou famosa no mundo moderno graças à Stanley Kubrick, que a usou no seu épico futurista de horror de 1968, o definitivo “2001: A Space Odyssey“. Desde então sua seqüência de abertura (a obra completa é composta de 9 seções e dura aproximadamente meia hora) ficou também conhecida como “Also Sprach Zarathustra (2001)” e foi usada à exaustão nas mais diversas situações, de casamentos a comerciais de TV. Resultado: essa composição do final do século dezenove acabou se tornando parte integrante da cultura pop do século vinte (e também do século vinte e um, claro).
Eumir Deodato é um dos maiores compositores, arranjadores e produtores musicais que já nasceram na Terra Brasilis. Multipremiado e conhecido por sua incrível versatilidade e habilidade em misturar jazz, ritmos latinos, rock, funk e música sinfônica, Deodato já participou de mais de 500 álbuns de artistas como Kool & The Gang, k. d. lang, Björk, Elis Regina, Aretha Franklin e Ana Carolina. Além disso, Deodato tem uma carreira solo brilhante, sempre acompanhado de músicos de primeríssima linha como o guitarrista Stanley Jordan e o pianista Joe Sample.
Em 1973 Deodato lançou seu primeiro disco internacional, o clássico de capa verde, “Prelude“. Eu tive o privilégio e o prazer de crescer escutando esse LP (sim, Long Play, disco de vinil, garotada do terceiro milênio!!!) e agradeço aos meus pais por isso. Mas vamos falar aqui da primeiríssima faixa do disco, nada menos do que a versão D.E.F.I.N.I.T.I.V.A. da seção de abertura da obra de Strauss sobre a qual falei no primeiro parágrafo deste post. São 9 minutos de pura genialidade, ginga, virtuosismo e modernidade épicos que simplesmente renovam pra sempre a fé daqueles que acreditam que uma cover pode ser muito mais do que uma simples regravação. Não por acaso, essa versão foi usada na incrível e famosa “Leaving House Sequence” do ótimo filme de Hal Ashby estrelado por Peter Sellers, “Muito Além do Jardim” (Being There), de 1979.
[MP3] Deodato – Also Sprach Zarathustra
Este post é dedicado à minha mãe, Márcia Rocha, e ao meu pai, Edner Braga, por terem me dado as fundações necessárias para eu poder me construir à minha maneira.
Depois de uma semana sumido, por causa da SeIS.8, eu estou de volta para mais um NSfS. Hoje, o NSfS é dedicado a uma das mais intrigantes artistas que conheço.
Jamaicana, negra retinta e de uma beleza indestrutível, Grace Jones é modelo, atriz, cantora e produtora musical. Apesar de suas carreiras como modelo e atriz terem sido extremamente bem sucedidas, é na música que Jones conseguiu reconhecimento e sucesso mundial.
No fim da década de 1970 ela assinou um contrato com a Island Records, na qual gravou 6 álbuns entre 1977 e 1985. Apesar de seus 3 primeiros álbuns, que seguiam uma linha Disco, terem obtido grande sucesso nos EUA, foi a segunda fase de sua carreira que a tornou um ícone da cultura pop do século passado. Nessa segunda fase ela assumiu o posto de produtora de seus discos e imprimiu um estilo próprio à sua música, com forte influência da New Wave e do Reggae.
Grace sempre fez questão de desenvolver uma imagem específica de sua persona performática. Enquanto na sua fase disco ela manteve uma imagem feminina e poderosa, a partir do início da década de 1980 ela adotou um visual andrógino, bem masculinizado, tirando proveito da versatilidade de sua beleza afro-americana. E foi por esse estilo visual que ela ficou conhecida, junto com sua voz inigualável e sua notória e assumida rebeldia.
Depois de saber um pouco sobre Grace Jones, é hora de deleitar seus ouvidos ao som da diva.
Nine Songs for Sunday #12: Grace Jones.

Para saber mais sobre Grace Jones, Berenice recomenda que visite os links abaixo.
[SITE] Grace Jones @ Wikipedia (English)
[SITE] The World of Grace Jones
[SITE] Grace Jones @ MySpace
Ainda nas comemorações de 50 anos de vida, 25 anos de carreira e início da sua Sticky & Sweet Tour, o 9SfS dessa semana traz Madonna modificada. Da versão rocker de I Love New York, passando pelo incrível remix de Paper Faces para Let It Will Be até a improvável parceria da Rainha com os Sex Pistols feita por Mark Vidler (Go Home Productions).
Nine Songs for Sunday #11: Madonna Modified.

Um beijo e boa semana para todos.
PS. Essa semana é a Oitava Semana Imagem e Som na UFSCar. E eu estou na organização do evento!!! Apareçam por lá!!!
A SeIS – Semana da Imagem e Som – é um evento anual de celebração do curso de Imagem e Som da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) que visa abrir espaço para diálogo sobre a produção audiovisual e para troca de conhecimentos técnicos e teóricos a partir de oficinas, mesas de discussão e mostras de filmes, vídeos, fotografias, artes plásticas e multimídia.
Entre os dias 8 e 12 de setembro de 2008, será realizada a oitava edição da SeIS, que tem por tema as novas tecnologias e iniciativas de produção e exibição do audiovisual. Pretende-se discutir a integração da internet com a produção e a difusão de conteúdo, assim como TV pública, televisão e rádio digitais e vídeos e filmes que possam ser veiculados nos novos serviços e novos aparelhos como MP4s e telefones celulares.
Eu, Berenice, Maísa e todos os personagens e estrelas da nova era do audiovisual recomendamos e convidamos todos para este evento incrível.
[SITE] Blog Oficial da SeIS.8
[SITE] Site Oficial da SeIS.8
[SITE] Twitter Oficial da SeIS.8