A Enciclopédia do Inesperado

tudo, nada e bonus tracks.
  • rss
  • Início
  • Cairo Braga
  • Discografia
  • Remixes
  • Mixtapes

“As noites são escuras, e os dias, São Carlos”

04/02/2012 | 19:04

…yesterday I had the longest ever dream…

Um sonho que durou 4 anos incríveis. Mas os sonhos precisam acabar para outros começarem. Obrigado a todos que fizeram parte dessa jornada que foi a graduação e os meus primeiros anos morando sem meus pais. Eu cresci graças a todos vocês, podem ter certeza.

E, claro, obrigado à cidade que me acolheu e que permitiu que minha estrela brilhasse no seu céu. Por tudo de bom e de ruim, São Carlos, eu te amo e eu te odeio.

  • Compartilhe:
  • Share
  • Tumblr
  • Delicious
  • Email
Comments
No Comments »
Categories
Cairo Braga, Fluxo de Consciência, Internet, Meta, Meu Passado, Videolog
Tags
Cairo Braga, Joanna Newsom, mp3, music, São Carlos, soundcloud, the elegant elephant, video
Comments rss Comments rss
Trackback Trackback

Vinte e um anos

30/09/2011 | 16:11

É tempo pra porra, amigos. Mais de duas décadas de vida. Um ano mais velho que o disco mais importante dos anos 1990 e da minha vida (mas isso é assunto pra outro post…).

Hoje completo vinte e um anos fora da barriga de mamãe. Um aniversário complexo, eu diria. O melhor da minha vida até agora, sem sombra de dúvidas. Mas vamos nos focar, rs.

Estou comemorando esse dia desde o começo do mês, como já é de praxe. Muita festa, muito amor e muitos sorrisos. Mas hoje eu vim falar que aquele chamamento geral que eu fiz no começo de Agosto finalmente teve seu resultado divulgado. Lhes apresento, no dia do meu aniversário, o episódio introdutório do meu mais novo projeto experimental, o vlog intitulado the elegant elephant;.

11 lindas pessoas tiraram um tempo de suas vidas pra me dizer quem sou eu e deu nisso aí. Um exercício de narcisismo, uma massagem no ego disfarçada de arte comunicativa do século vinte e um, uma saraivada de amor.

Amor também é o que tem nesse pequeno trecho de texto de autoria de Jean Claude Carriere em que ele discorre poeticamente sobre a função que eu exerço em sets de filmagem desde o segundo ano de faculdade e, quem sabe, ainda exercerei pelos anos que virão.

sound is poetry

Muito obrigado ao companheiro Vitor Vilaverde por ter me enviado isso no dia do meu aniversário (além de um email lindo, mas esse é só pra mim, rs), me fazendo ver que existe sim a poesia que eu procuro em tudo que eu faço.

Um aniversário com gosto de despedida, um aniversário com gosto de vitória, um aniversário repleto de amor. Mais do que nunca minha Deusa Absoluta Björk está certa: all is full of love.

E tudo que eu posso dizer e nunca vou cansar de repetir a todos vocês aí do outro lado da tela, todos vocês, todos, é: MUITO OBRIGADO!

  • Compartilhe:
  • Share
  • Tumblr
  • Delicious
  • Email
Comments
1 Comment »
Categories
Audiovisual, Cairo Braga, Fluxo de Consciência, Internet, Meta, Videolog
Tags
Cairo Braga, Evelyn Evelyn, Jean Claude Carriere, the elegant elephant, VEM GENTE, video, Vitor Vilaverde, vlog
Comments rss Comments rss
Trackback Trackback

Listas 2010: Os Melhores Álbuns

02/08/2011 | 19:39
Não que eu tenha passado esse tempo todo fechando essa lista, ela está fechada desde Janeiro de 2011. Mas assim como o Soda Indie demora semanas para publicar um review, eu demorei meses pra sentar e escrever essa lista que, sim, foi difícil de fazer. 2010 teve tantos discos fodas de bons (e olha que eu não ouvi nem um terço do número de álbuns que o Felipe Killer do Vinyyyl ouviu, por exemplo) que foi muito difícil fazer essa lista, talvez a minha mais pessoal até o momento. Tanta dificuldade me fez fazer um Top 10 extremamente baseado em conexão emocional com 12 álbuns já que 3 dividem igualmente, lado a lado, o topo da lista porque eu não consegui decidir qual era melhor que o outro.
 
Então, com quase 9 meses de atraso (uma gestação) e com perigo de ser 300% irrelevante a essa altura do campeonato, eu lhes apresento aqueles que foram os 10 melhores álbuns de 2010 na minha opinião.
 
Se prepara psicologicamente porque o post tá monstruoso!
Se preparou? Mesmo? Olha lá, hein, eu não me responsabilizo por quaisquer danos que você sofrer depois do pulo!
 

Read the rest of this entry »

  • Compartilhe:
  • Share
  • Tumblr
  • Delicious
  • Email
Comments
No Comments »
Categories
Cairo Braga, Fluxo de Consciência, Música, Review
Tags
Arcade Fire, Belle & Sebastian, Cee-Lo Green, Chromeo, Goldfrapp, Grooveshark, Janelle Monáe, Listas, Marina & The Diamonds, MGMT, Mt. Sims, Música, Owen Pallett, Planningtorock, Robyn, Segura Berenice, Sufjan Stevens, The Knife
Comments rss Comments rss
Trackback Trackback

Lucille Bogan, nós e o sexo

07/04/2011 | 11:30

Há algum tempo o querido Felipe Killer (do Vinyyyl) postou em seu twitter um link para uma música um tanto quanto surpreendente para ouvintes mais incautos. Era uma versão “secreta” de um sucesso da cantora de jazz dos anos 20, 30 e 40 Lucille Bogan: “Shave’em Dry“.

Acompanhe a letra:

I got nipples on my titties, big as the end of my thumb,
I got somethin’ between my legs’ll make a dead man come,
Oh daddy, baby won’t you shave ‘em dry?
Now, draw it out!
Want you to grind me baby, grind me until I cry.
(Uh, huh.)
Say I fucked all night, and all the night before baby,
And I feel just like I wanna, fuck some more,
Oh great God daddy,
(Say you gonna get it. You need it.)
Grind me honey and shave me dry,
And when you hear me holler baby, want you to shave it dry.
I got nipples on my titties, big as the end of my thumb,
Daddy you say that’s the kind of ‘em you want, and you can make ‘em come,
Oh, daddy shave me dry,
(She ain’t gonna work for it.)
And I’ll give you somethin’ baby, swear it’ll make you cry.
I’m gon’ turn back my mattress, and let you oil my springs,
I want you to grind me daddy, ’til the bell do ring,
Oh daddy, want you to shave ‘em dry,
Oh great God daddy, if you can’t shave ‘em baby won’t you try?
Now if fuckin’ was the thing, that would take me to heaven,
I’d be fuckin’ in the studio, till the clock strike eleven,
Oh daddy, daddy shave ‘em dry,
I would fuck you baby, honey I’d make you cry.
Now your nuts hang down like a damn bell sapper,
And your dick stands up like a steeple,
Your goddam ass-hole stands open like a church door,
And the crabs walks in like people.
Ow, shit!
(Aah, sure enough, shave ‘em dry?)
Ooh! Baby, won’t you shave ‘em dry
A big sow gets fat from eatin’ corn,
And a pig gets fat from suckin’,
Reason you see this whore, fat like I am,
Great God, I got fat from fuckin’.
Eeeeh! Shave ‘em dry
(Aah, shake it, don’t break it)
My back is made of whalebone,
And my cock is made of brass,
And my fuckin’ is made for workin’ men’s two dollars,
Great God, round to kiss my ass.
Oh! Whoo, daddy, shave ‘em dry

O lance é que essa canção em especial chama a atenção por ser bem explícita mas durante os anos 20, 30 e 40 o jazz safadinho, cravejado de duplos sentidos e eufemismos sexuais, era mais comum nos Estados Unidos do que conhece. E mais ousado do que o bitch pop de hoje em dia, que se proclama tão prafrentex e libertário, mesmo pros nossos padrões.

Tudo isso me trouxe à memória uma discussão que tive com meu pai sobre como da geração dele para a minha ouve um processo de encaretização do sexo. Sim, a expressão social da sexualidade no cotidiano e na cultura pop se tornaram realmente mais evidentes e derrubaram tabus dos anos 60 pra cá, mas por algum motivo a maneira como a juventude vive a sexualidade hoje em dia é repleta de amarras, preconceitos e valores conservadores que não condizem com todo o discurso de que somos mais livres sexualmente que nossos pais e avós.

Os relatos e conselhos de meus pais relacionados ao sexo com base no que eles viram e viveram em sua juventude me faz entender porque tanta gente ainda se escandaliza com certas declarações que faço em mesas de bar e conversas nos fóruns e chats interwebs afora. Digo isso porque o que eu estou vendo e vivendo na minha juventude é de algum modo decepcionante para um pré-adolescente que cresceu ouvindo borbulhantes declarações sobre como a minha geração é livre, tolerante e livre de preconceitos. Sim, porque toda essa caretice sexual afeta diretamente todo o resto de nossas vidas, inclusive os preconceitos. Mas isso é sabido e não quero ser redundante.

Muito se diz sobre como a ação social coletiva é a chave da mudança de paradigmas para uma geração e/ou sociedade, mas não adianta nada toda uma conjuntura de mobilização com objetivos comuns se dentro de cada uma das pessoas envolvidas ainda residem modelos medievais de relação sócio-sexual, preconceitos íntimos e medo do novo. Falando especificamente do meio LGBT, a reprodução dos modelos heteronormativos é algo ainda muito forte nas relações e nos relacionamentos, e isso me incomoda muito porque tudo isso acaba, no frigir dos ovos, atravancando nossas lutas polítcas contra o machismo e a homofobia, afinal essas duas coisas seguem firmes e fortes dentro do próprio universo LGBT.

Enquanto pessoas como eu ainda forem tachadas de “avançadinhas demais” por pessoas que acham que o gay efeminado é sempre quem dá o rabo, que engolir porra é nojento e degradante, que se define como o homem ou a mulher da relação e insiste no conceito castrador cristão da promiscuidade, nossas metas de mudança social estarão sempre enfraquecidas e dependentes de uma certa sorte pra acontecerem como desejamos.

Se em 80 anos passamos de shows onde cantoras como Lucille Bogan cantavam o sexo com imagens explícitas e bem humoradas com liberdade para um clipe sem graça e sem força como “S&M” de Rihanna censurado em dezenas de países por seu “conteúdo sexual pesado”, está mais do que na hora de repensar a liberdade sexual dos nossos dias, não tão livre como pensamos que ela é.

Existe a famosa frase: “Pense global, aja local”. Ela também vale pro sexo.

  • Compartilhe:
  • Share
  • Tumblr
  • Delicious
  • Email
Comments
2 Comments »
Categories
Cairo Braga, Fluxo de Consciência, lgbt, Música
Tags
geração, jazz, lgbt, liberdade, Lucille Bogan, Música, Rihanna, sexo, sexualidade, sociedade
Comments rss Comments rss
Trackback Trackback

São Carlos, 23 de Agosto de 2010

25/08/2010 | 12:11

São Carlos, 23 de Agosto de 2010

clique para ampliar e ler o post manuscrito

  • Compartilhe:
  • Share
  • Tumblr
  • Delicious
  • Email
Comments
2 Comments »
Categories
Fluxo de Consciência
Tags
Cairo Braga, imagem, manuscrito
Comments rss Comments rss
Trackback Trackback

Não rezem missa quando eu morrer

17/05/2010 | 15:01

Como os amigos mais chegados já sabem, o companheiro do meu pai, com quem ele viveu por 5 anos e meio, faleceu na manhã do dia 5 de Maio de 2010. No último fim de semana, eu fui à casa de meu pai fazer a primeira visita depois do ocorrido. Coincidentemente, a missa em que o nome do meu padrasto seria citado ocorreu ontem e eu compareci, pelo menos a parte dela.

Eu, que devo ter ido em missas 3 vezes na vida, se muito, fiquei estupefato ao me dar conta do que estava sendo dito, ou melhor, pregado na Igreja Matriz da cidade de Mongaguá. Foi uma das situações mais revoltantes da minha vida. Mas deixa eu contar tudo direitinho.

Minha primeira impressão ao entrar na igreja foi de que a renovação carismática é uma medida de defesa contra as igrejas petencostais que se utilizam de música e catarse para conquistar seus fiéis. A única diferença é que a igreja católica faz uso apenas de música leve e coreografias simples, tudo visando o “louvor”. Esse primeiro impacto já me deixou intrigado e um pouco assustado, afinal, eu sou um completo ignorante no que diz respeito às cerimônias da igreja católica. Passado esse momento das canções, começa a leitura do texto do dia. Eu simplesmente não ouço nada além de “blá blá blá whiskas sachê blá blá blá” na parte em que os coroinhas, sacristãos ou coisa que o valha lêem, em monotom, os versículos. Mais uma musiquinha e uma dancinha. Então o padre, todo poderoso com sua vestimenta em seu pedestal superior, começa a falar.

Ele começa perguntando quem faz aniversário no dia e na semana, pede uma salva de palmas, que Deus abençoe e trololó. Aí ele pergunta quem é de fora da cidade e pede outra salva de palmas e explica que acha uma grande demonstração de fé que o turista encontre tempo durante seu período de lazer para orar. Então ele começa o que eu acredito ser o climax da coisa toda: a pregação.

Realmente não sei o contexto da coisa toda, mas minha atenção é puxada para o que o padre fala a partir da seguinte afirmação: “Ou a pessoa é de Deus ou é do Diabo, não tem outra opção”. Eu rio do nível de ridículo presente nessa afirmação e continuo a prestar atenção. Ele reafirma isso de várias maneiras e exemplos e diz que “ser de Deus é parte essencial da condição de ser humano. Se a pessoa não é de Deus, ela não tem humanidade”. Mais uma risada minha e olho pro meu pai, que está de pé ao meu lado. Ele solta um suspiro de enfado e eu rio mais uma vez. Sim, estava me divertindo às custas da ignorância e visão turva daquela coisa toda.

Quando então, ele começa a falar que coisas são de Deus e coisas são do Diabo. “blá blá blá whiskas sachê blá blá blá quando você ama e casa com sua esposa ou marido, é uma coisa de Deus, casamento entre pessoas do mesmo sexo não é coisa de Deus blá blá blá”. Suspensão do tempo aqui. Minha irmã, filha do companheiro do meu pai, sentada num banco a alguns metros na nossa frente, instantaneamente nos olha pra ver nossa reação. Eu não consigo tirar a expressão de choque e raiva do meu rosto e conter minha inquietação. Olho pro meu pai e ele me diz: “Fica quieto, Cairo”. Eu respondo: “Quero sair, pai”. Ele diz: “Ignora, tenta ignorar.”. Minha inquietação não pára e minha vontade é de ir até o púlpito e falar poucas e boas para aquele padre.

Segundos depois, meu pai me cutuca e fala: “Vamos sair”. Assim que eu piso fora da igreja eu sinto um alívio, como se acabasse de sair de uma piscina depois de um exercício de apnéia. Como se eu tivesse me livrado de uma tortura. “Que absurdo!” eu grito assim que saímos e nos distanciamos do templo. Meu pai, nitidamente enraivescido, me diz que é isso que perpetua e vai continuar perpetuando a homofobia na nossa sociedade. Minha raiva é enorme porque ela vem junto de uma surpresa intensa. Por mais que eu tivesse a consciência de todo o conteúdo homofóbico da pregação católica, presenciar aquilo naquela situação específica foi demais pra mim.

Mas além da questão global da coisa, da perpetuação dos valores preconceituosos, da influência desse pensamento religioso em nosso sistema político, da farsa do Estado Laico, outra coisa me incomodou muito mais. O que mais me atingiu naquele momento foi saber que meu pai, que estava indo prestar homenagens ao companheiro falecido com quem teve uma relação homoafetiva estável durante 5 anos e meio, teve que escutar tais afirmações do mesmo padre que iria pedir para que as pessoas presentes orassem pela alma do meu padrasto. Uma ironia fina para o padre, mas extremamente cruel para o meu pai. E para mim.

O que teria acontecido se, como eu desejava, meu pai, eu ou minha irmã tivessemos ido até o padre depois da missa pra dizer que uma daquelas pessoas para quem ele pediu preces era um homossexual que vivia num casamento homossexual? Qual seria a reação daquela pessoa que se coloca numa posição de liderança tão benevolente diante dessa situação irônica? O que ele diria? Nunca saberei.

Que me perdoem os amigos católicos (grandes amigos que tenho e amo e que me tratam igual a todos) mas eu concordo com meu pai: aquele homem não tinha dignidade para prestar homenagens ao meu padrasto. E a todos os amigos, uma exigência: não rezem missa quando eu morrer, façam uma festa. Eu não preciso de salvação ou redenção do espírito dada por alguém que se julga o representante de Deus. Eu preciso de celebração daqueles que eu amei e que me amam. Isso sim me dará paz de espírito.

PS. Coincidência ou não, essa história aconteceu ontem e hoje, dia 17 de Maio, é Dia Mundial de Luta Contra a Homofobia. E são fatos como o que eu contei acima que me dão força pra lutar por justiça, iluminação e paz nesse mundo.

  • Compartilhe:
  • Share
  • Tumblr
  • Delicious
  • Email
Comments
8 Comments »
Categories
Cairo Braga, Fluxo de Consciência, lgbt, Política
Tags
Cairo Braga, gay, Igreja Católica, Não Homofobia!, Segura Berenice
Comments rss Comments rss
Trackback Trackback

« Previous Entries

meu passado

twitter!

  • vagas curiosas...timestamp:41 minutes ago
  • é realmente irônico a PM que reprime manifestantes entrar em greve e fazer manifestações.timestamp:52 minutes ago
  • o tempo é impiedoso.timestamp:56 minutes ago

mais de mim mesmo

  • 4Shared
  • Del.icio.us
  • Flickr
  • Flixed Flixit
  • Fotolog
  • Hey Ray!/Blog
  • Hey Ray!/Last.fm
  • Hey Ray!/MySpace
  • Last.fm
  • Last.fm/Music
  • MeAdiciona
  • MySpace
  • MySpace/Blog
  • Orkut
  • Orkut/CBensina.com.br
  • Orkut/Comunidade
  • Palco MP3
  • Tumblr
  • Twitter
  • Werth&Bra
  • YouTube

meus amigos

  • A Ostra Bêbada
  • Acordadas
  • Além da Janela
  • Análise Laica
  • aos cubos
  • Audiovisualverde
  • Blogger do Zé
  • Bota Dentro
  • Cia. da Insônia
  • Cliquelivros
  • Felipe Lwe
  • Fluorsense
  • Friends By Far
  • Henry Está Escrevendo
  • Let's Glow
  • Mestice
  • Muitos Pães de Queijo Sonoros
  • Ora Porra!
  • Par de Dois
  • R$20,00
  • Rádio Livre Capivara FM
  • Rumo à Dominação Mundial
  • Scorpion Silence
  • The House Of The Happy Buddhas
  • Versos não-vernáculos
  • Vinil Literário
  • Vinyyyl
  • We Say Yes
  • [Sadomasoquismo Intelectual]

recomendo

  • A Sétima Visão
  • Ask 4 My Radio
  • Audiojunk
  • BHY
  • Blog do Trilha Filmes
  • BollyWHAT?
  • C:/Blah Blah Blog
  • Canudos Coloridos
  • Cartas & Cafés
  • Cine Falcatrua
  • Coquetel Molotov
  • Datan’s Blog
  • Dicionário inFormal
  • Elbo.ws
  • Eletrocooperativa
  • Filmes Tema G@y
  • Glamaddict
  • Gordo Nerd
  • Heat My Deck
  • Independência ou Marte
  • Katylene.com
  • Mashup Town
  • Missing Toof
  • Move That Jukebox!
  • O Triste Fim de Carolina Villenflusser
  • Papel Pop
  • Resonator Magazine
  • Solta O Frango James Bond
  • Somdando e Imagemnando
  • The Hype Machine
  • Tony Goes
  • Trilha Filmes
  • Uomini
  • With Lasers
  • Wordpress.org Codex
  • Wordpress.org Development Blog
  • Wordpress.org Planet
  • Wordpress.org Plugins
  • Wordpress.org Support Forum
  • Wordpress.org Themes
  • Wordpress.org: Suggest Ideas
rss Comments rss valid xhtml 1.1 design by jide powered by Wordpress get firefox
loading Cancel
Post was not sent - check your email addresses!
Email check failed, please try again
Sorry, your blog cannot share posts by email.